terça-feira, 15 de maio de 2012

Dia 15 de Maio...



Hoje é dia de Santa Joana de Lestonnac, fundadora da Ordem da Companhia de Maria. Mulher guerreira com uma visão a frente a sua época.
Nasceu em 1556 e ao completar seus 17 anos casou-se por escolha de seu pai.
Teve uma vida de casada feliz!
Joana dedicou-se aos seus 7 filhos, a oração e aos necessitados.
Resolve entrar para o convento após ter criado seus filhos e começa a se dedicar a vida religiosa.
Certo dia, a religiosa Joana em profunda oração, sente o chamado de Deus, para estender as mãos as crianças e aos jovens através da educação.
Em 21 de novembro de 1610, Joana consagra as 1ªs alunas, à Nossa Senhora Maria Menina.
Joana, resolve abrir outras escolas, em outras cidades da França.
Joana morre em 2 de fevereiro de 1640, aos oitenta e quatro anos.
Joana  é PROCLAMADA SANTA, pelo PAPA PIO XII em 15 de maio de 1949.
Desde então, passamos a chamá-la de Santa Joana de Lestonnac.

“Quem me dera ter mil vidas para colocá-las a serviço da missão.”
                                                                    (Santa Joana de Lestonnac)


terça-feira, 8 de maio de 2012

Saúde pessoal: mochilas podem causar dor crônica nas costas


Meus netos de 11 anos de idade, Stefan e Tomas, pesam cerca de 36 quilos cada. Na caminhada de 20 minutos que fazem até a escola, assim como na subida a pé de volta para casa, eles carregam mochilas que pesam aproximadamente 5,5 kg cada, cerca de 15 por cento do seu peso corporal.
Quando levam ainda elementos adicionais, como livros, roupas, um instrumento musical ou outros apetrechos, o peso que carregam pode chegar a nove quilos. Mas qualquer que seja o número, essas mochilas são simplesmente pesadas demais para os ossos e músculos dos meninos, ainda em formação.
As mochilas pesadas não apenas sugam a energia que as crianças poderiam utilizar melhor para fazer trabalhos escolares ou praticar esportes. Carregá-las também pode levar a dores crônicas nas costas, acidentes e possíveis danos ortopédicos para o resto da vida.
Entre os riscos descritos pelo Dr. Pierre D'Hemecourt, especialista em medicina desportiva do Hospital Infantil de Boston, estão fraturas por estresse nas costas, inflamação da cartilagem de crescimento e luxação no pescoço, bem como danos nos nervos do pescoço e ombros.
A Comissão de Segurança de Produtos de Consumo dos Estados Unidos calculou que carregar uma mochila de 5,5 kg na ida e volta da escola e levantá-la 10 vezes ao dia durante um ano letivo inteiro coloca no total uma carga de cerca de 9.800 kg no corpo dos jovens – o equivalente a seis carros de porte médio.
A questão tem sido discutida com frequência em países de todo o mundo ao longo de mais de uma década. Em dezembro de 1999, médicos de Milão publicaram no The Lancet que 34,8 por cento das crianças italianas que frequentavam a escola transportavam mais de 30 por cento do seu peso corporal pelo menos uma vez por semana, "excedendo os limites propostos para os adultos".
A carga transportada por esses alunos de sexta série era equivalente a um homem de 80 quilos que transporta uma mochila de aproximadamente 18 kg a cada dia.
Entretanto, mesmo agora, na era digital, quando pelo menos parte dos trabalhos escolares pode ser feita online, não parece ter havido diminuição no peso que pedimos que as gerações mais jovens carreguem o dia inteiro.
No novo estudo, publicado em março no periódico Archives of Disease in Childhood, pesquisadores espanhóis avaliaram as mochilas e a saúde das costas de 1.403 alunos entre 12 e 17 anos. Mais de 60 por cento estavam carregando mochilas de peso superior a 10 por cento do peso corporal, e cerca de 20 por cento levavam mochilas que pesavam mais de 15 por cento do seu próprio peso.
Não surpreendentemente, um em cada quatro alunos afirmou ter sofrido de dores nas costas por mais de 15 dias durante o ano anterior; casos de escoliose – curvatura da coluna vertebral – foram responsáveis por causar dor em 70 por cento dos alunos. Os 30 por cento restantes sentiam dor lombar ou contraturas – contrações musculares involuntárias e contínuas. As meninas enfrentam um risco maior de dor nas costas que os meninos, sendo que tal risco aumenta com a idade (e, provavelmente, com o passar de anos carregando mochilas tão pesadas).
A dor muitas vezes surge quando o peso da mochila puxa o corpo da criança para trás, levando-a a inclinar-se para a frente ou a arquear as costas para manter a mochila centralizada. Essa posição pode comprimir a coluna vertebral, pressionando os discos intervertebrais.
Se a criança tem de se inclinar para a frente ao caminhar com uma mochila cheia, é porque o peso carregado está excessivo. No mínimo, trata-se de uma receita que leva à má postura e a ombros cronicamente caídos. E se essas crianças que costumam se inclinar para a frente precisarem levantar a cabeça para observar por onde estão indo, podem vir a sofrer de dor de garganta e pinçamento de nervos.
As crianças também esbarram acidentalmente em colegas com mochilas pesadas ao andarem em corredores lotados. Às vezes, a mochila cai de uma prateleira ou mesa, além de fazer tropeçar alguém ao ser deixada no chão. Em uma escadaria, uma mochila muito pesada pode desequilibrar quem a leva.
Pelo bem da sanidade e segurança de todos, meu filho (pai dos gêmeos) comprou instrumentos musicais para que os meninos mantivessem em casa, de modo que não fossem obrigados a arrastar um trombone ou clarinete, junto com seus outros apetrechos, na ida e na volta da escola.
Em seguida, ele fez um inventário do conteúdo da mochila dos meninos e o enviou por e-mail aos professores, a fim de descobrir quantos dos itens tinham que ser levados para a escola diariamente.
Uma professora respondeu com algumas sugestões úteis, inclusive que os meninos refletissem durante alguns minutos ao final de cada dia letivo para identificar o que eles realmente precisavam levar para casa com eles.
"Eles não têm de levar tudo para casa a cada noite", escreveu Aimee Fournier, professora de Inglês dos garotos. "Mas muitos meninos não tiram tempo suficiente para separar o que precisam no armário."
Ao comprar uma mochila, escolha uma que não seja maior do que o absolutamente necessário – quanto mais espaço na mochila, mais a criança fica suscetível a carregar. A mochila deve ter alças largas, acolchoadas e ajustáveis (as mais estreitas podem causar danos nos nervos), uma parte traseira acolchoada e compartimentos interiores, de modo que os itens mais pesados possam ser posicionados contra as costas da criança.
Uma tira abdominal seria ideal, mas acho pouco provável que muitas crianças queiram utilizá-la. Ajuste as tiras dos ombros de modo que a parte inferior da mochila, quando cheia, não fique a mais de 10 centímetros abaixo da cintura.
As crianças devem ser advertidas a nunca levar a mochila em apenas um ombro. Após passar décadas concentrando todo o peso que carregava apenas no meu ombro direito, fiquei com uma escoliose considerável, que agora estou tentando minimizar com a prática de yoga.

domingo, 6 de maio de 2012

Conheça os benefícios de dez variedades de frutas...



Elas são ricas em vitaminas e garantem proteção extra ao organismo...

Aproveite seu próximo passeio na feira para encher o seu carrinho de frutas. Além de saborosas, elas contêm fibras e fitoquímicos que são capazes de reduzir os riscos de diversos tipos decâncer, além de constituírem importantes aliadas na luta contra o envelhecimento, diz nutricionista Daniela Jobst. 

Porém, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, o hábito de comer frutas ainda é pequeno no Brasil. Os dados indicam que apenas 18,9 % da população consomem cinco porções diárias - o equivalente aos 400 gramas recomendados pela Organização Mundial da Saúde. 

Se você pretende adotar uma alimentação rica em frutas, conheça as propriedades de dez variedades e saiba quais são os benefícios dessa dieta.


Banana: A fruta mais brasileira de todas não pode faltar no cardápio. Ótima fonte de potássio, ajuda a regular a pressão arterial. Também são ricas em vitaminas do complexo B e C. Além disso, a fruta é ideal para ingerir entre as refeições, quando bate aquela vontade de atacar um doce, já que conta com triptofano, um elemento que aumenta os níveis de serotonina, o hormônio do bem-estar.

Melancia: Rica em betacaroteno, a melancia é uma das frutas que mais contém água e também vitaminas do complexo A e B. Promove uma verdadeira limpeza no sistema digestivo, tanto no intestino, como no estômago.

Pera: Segundo um estudo realizado pelo Instituto de Medicina Social do Rio de Janeiro e publicado no Journal of Nutrition, comer três peras por dia ajuda a eliminar os quilos extras. A fruta é rica em vitamina A, C, vitaminas do complexo B, fibras e água.

Laranja: Já conhecida por seu alto teor de vitamina C, também são ricas em muitos outros compostos anticancerígenos. Pesquisadores descobriram que as laranjas contêm mais de 170 tipos de fitoquímicos. O consumo regular de laranjas (1 fruta ao dia ou 1 copo de suco) está significativamente associado à menor incidência de câncer de pulmão e estômago.

Limão: Uma pesquisa divulgada no Journal Pharm Biomed Analysis apontou que o limão facilita o metabolismo das gorduras e diminui a síntese de colesterol e de triglicérides. Além disso, é rico em vitamina C, que ajuda na absorção de ferro, é altamente antioxidante e contém limonóides, substâncias potentes no combate ao aparecimento de tumores.

Goiaba: Assim como o tomate, a fruta é rica em licopeno, substância que neutraliza a ação de radicais livres e estimula o sistema imunológico. Estudos apontam o licopeno como redutor de risco de câncer, principalmente de próstata.

Morango: Como todas as frutas vermelhas, contém catequinas, um fitonutriente rico em antioxidantes. Frutas vermelhas também são ótimas fontes de polifenóis, substâncias também encontradas nos vinhos e que, segundo estudos científicos, exerce proteção contra doenças vasculares, especialmente às relacionadas ao coração.

Uva: Pesquisa realizada pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP constatou que o bagaço de uva (casca e semente) reduz o risco de doenças cardiovasculares por ação do resveratrol. A nutricionista Solange Saavedra explica que as uvas contêm quercetina, substância que combate coágulos e inflamações. Também contém flavanóides, que são antioxidantes e combatem o mau colesterol.

Abacaxi: A bromelina encontrada no abacaxi é capaz de quebrar proteínas em pequenos pedaços, auxiliando na digestão de carnes e outras proteínas.

Mamão: A papaína encontrada no mamão é altamente digestiva. Além disso, esta fruta tem excelente poder laxante.


Nove alimentos para deixar a imunidade nas alturas...


Transforme-os em aliados e deixe a saúde perfeita.


Sua imunidade anda baixa? Ou, melhor ainda, você não quer dar chance para que nenhum mal afete a sua saúde? Aposte em um prato de comida bem equilibrado, principalmente com os ingredientes certos. "Os alimentos são ricos em vitaminas, minerais e outras substâncias que auxiliam na manutenção do sistema imunológico", afirma Ioná Zalcman, mestre em nutrição pela Universidade Federal de São Paulo. De acordo com a nutricionista, atingir a recomendação diária de consumo de frutas e vegetais já garante uma defesa melhor. "O consumo deve ser de cinco porções por dia: três frutas e dois vegetais", completa. A seguir, confira a lista de campeões da blindagem e conheça os motivos que tornam esses alimentos poderosos aliados do organismo.

Frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi, tomate, além de brócolis, couve e pimentão verde e vermelho são ricos em vitamina C, antioxidante que aumenta a resistência do organismo.
Vegetais verdes escuros (brócolis, couve, espinafre), feijão, cogumelo (shimeji) e fígado são alguns dos alimentos que apresentam ácido fólico. O nutriente auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo.
Carne, cereais integrais, castanhas, sementes e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico), são ricos em zinco, nutriente que combate resfriados, gripes e outras doenças do sistema imunológico.
Noz, castanha, amêndoa e óleos vegetais (de girassol, gérmem de trigo, milho e canola) são ricos em vitamina E. Ela é benéfica, principalmente para os idosos, agindo no combate à diminuição da atividade imunológica por conta da idade.
Rico em licopeno, o tomate é forte aliado para combater doenças cardiovasculares, removendo radicais livres do organismo.
O ômega-3 presente, por exemplo, no azeite e no salmão, auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo.
A castanha-do-Pará e cogumelos (Champignon) contêm selênio, um forte antioxidante que combate os radicais livres, melhorando a imunidade do corpo e acelerando a cicatrização do organismo.
Rico em vitaminas C, B6 e com ação bactericida, o gengibre vai além de ajudar a tratar inflamações da garganta e auxilia nas defesas do organismo.
A pimenta é fonte de betacaroneto, substância que se transforma em vitamina A, nutriente que protege o organismo de infecções.

sábado, 5 de maio de 2012

Obesidade infantil



Veja os fatores que desencadeiam esse problema de saúde pública.

A obesidade é definida como excesso de gordura corporal. Vem aumentando gradativamente nos últimos anos, sendo considerado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) problema atual de saúde pública, atingindo elevadas proporções principalmente entre a população infantil.

Segundo dados recentes do Ministério da Saúde, a obesidade afeta 21,7% da população brasileira com idade entre 10 e 19 anos. Sendo que uma em cada três crianças com idade entre 5 e 9 anos sofre de obesidade em diferentes graus.

Os maus hábitos alimentares da família, a falta de tempo dos pais para a organização da alimentação da casa, as propagandas de alimentos nada saudáveis na TV, entre outros, são fatores que contribuem muito para o crescimento do número de crianças acima do peso saudável.

O sobrepeso ou a obesidade ainda na infância não são necessariamente resultado de uma superalimentação. Existem outros fatores importantes, como a ingestão de produtos ricos em calorias, como sucos industrializados, refrigerantes ou fast food.

De acordo com dados do IBGE, quase 50% dos adolescentes comem fora de casa no dia a dia. Entre os itens mais consumidos na rua estão salgadinhos (fritos, assados ou industrializados), pizza, refrigerante e batata frita.

A televisão também pode ser considerada um fator ambiental que contribui para o aumento da obesidade entre crianças e adolescentes, uma vez que, a propaganda de alimentos tem sido considerada um dos grandes obstáculos para escolhas alimentares saudáveis.

Além disso, a falta de também é um fator que contribui para a obesidade infantil. A falta de atividade física da criança urbana de hoje é considerada uma das principais causas da epidemia de obesidade infantil que se alastra em diversos países, inclusive o nosso. O número de horas que a criança passa diante da TV, entretida com programas infantis ou videogames, está diretamente ligado ao aumento de peso.

Sendo que a obesidade infantil pode afetar a saúde da criança de diversas formas. A baixa autoestima pode dificultar o relacionamento social da criança, estudos mostram que crianças obesas apresentam uma maior tendência para desenvolver problemas psiquiátricos quando comparadas a crianças não obesas.

A obesidade infantil tende a se estender para a idade adulta, cerca de 40-70% das crianças que chegam obesas na adolescência se tornam obesas também na fase adulta. Os problemas cardiovasculares e respiratórios que se iniciam na infância podem se agravar com os anos.

Além disso, a quantidade de gordura corporal total e os depósitos localizados de gordura estão associados ao desenvolvimento de várias doenças crônicas, tais como aterosclerose, doença coronariana, hipertensão e diabetes mellitus.


Bruna Pinheiro
Nutricionista Dieta e Saúde
CRN3: 35001/P

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Prevenção de câncer de intestino pede exames e boa alimentação.





Fazer colonoscopia após os 40 anos e


evitar comidas gordurosas previne a doença




Fala-se tanto do câncer de intestino, mas as pessoas têm muitas dúvidas. A doença começa sempre como uma lesão benigna que vai evoluindo lentamente até transformar-se num tumor maligno. Nessa fase de benignidade, que é longa, é possível retirar a lesão e, com isso, impedir sua degeneração e o aparecimento do câncer. Por isso, estar informado e ter um olhar preventivo são os melhores caminhos. 


Fast foods, corantes, excesso de álcool e de cigarros são fatores que promovem o câncer de intestino.
Quando fazer a colonoscopia 


A colonoscopia é um exame que detecta precocemente o câncer, quando ele já existe, e também o previne, pois permite a identificação e a retirada do pólipo antes que se torne um tumor maligno. Quem tem casos da doença em familiares de primeiro grau deve começar a fazer esse exame aos 40 anos. Quem não tem, aos 50, no máximo aos 60 anos. 
Fast foods, corantes, excesso de álcool e de cigarros são fatores que promovem o câncer de intestino. Por isso, seria excelente que todas as pessoas pudessem fazer uma colonoscopia preventiva por volta dos 50 anos. No entanto, aqueles que apresentam algum sintoma não têm escolha. 






A dieta influi muito. Alimentação rica em gordura animal, pobre em fibra e rica em corantes favorece a incidência desse tipo de câncer. Corantes e defumados são fatores de risco porque liberam nitrosaminas no intestino, substâncias reconhecidamente carcinogênicas. Vale lembrar que, atualmente, as crianças ingerem uma quantidade enorme de corantes nos doces, balas e pirulitos. Em relação à dieta rica em gordura, predominam as carnes gordas. A carne em si não é um fator muito agressivo, mas a gordura que a acompanha é, principalmente quando vira churrasco. E o pior é que o carnívoro, em geral, não come verduras, frutas e cereais. Embora possamos usar azeite, as frituras devem ser evitadas porque a gordura se decompõe quando é aquecida. Uma solução se a pessoa aprecia muito a gordura animal, seria aumentar a quantidade de cereais ingeridos. Cereais são ricos em fibras que realmente protegem o intestino, porque aceleram o trânsito intestinal e diminuem o tempo de contato das substâncias cancerígenas com a parede do intestino. 

O cigarro e álcool também promovem aumento de casos de câncer de intestino, como acontece com os demais órgãos, pulmão, bexiga, etc. Então, o primeiro passo é consultar uma nutricionista, que vai corrigir sua alimentação e adequar seus fatores de risco. 

Cebola contra câncer no intestino



Cebola pode barrar avanço de câncer no intestino

Ela contém uma substância que reduz tamanho e proliferação de lesões pré-cancerígenas


POR MINHA VIDA - PUBLICADO EM 11/08/2009



Um estudo realizado por pesquisadores do hospital Johns Hopkins Medicine, em Baltimore (EUA) comprovou que uma substância encontrada na cebola, a quercetina, pode ser uma aliada para combater lesões (pólipos) pré-cancerígenas no intestino. A quercetina é um antioxidante do tipo flavanoide, semelhante ao encontrado em alimentos como as uvas e o chá verde.

Os pesquisadores testaram cinco pacientes, todas mulheres, com um tipo de pólipo pré-cancerígeno, conhecido como polipose adenomatosa familiar (FAP), que receberam doses regulares de quercetina durante seis meses. Ao final do estudo, observou-se que o número de pólipos que se desenvolveu nas participantes caiu cerca de 60% e que o tamanho médio deles também sofreu redução de aproximadamente 50%.

Presença de sangue nas fezes



Presença de sangue oculto nas fezes identifica futuro câncer de intestino

Participantes do estudo não apresentavam nenhum sintoma de doença intestinal


POR MINHA VIDA - PUBLICADO EM 21/10/2008


Uma pesquisa inédita realizada pela Associação Brasileira de Prevenção do Câncer do Intestino (ABRAPRECI) está em fase de desenvolvimento na cidade de Santa Cruz das Palmeiras, interior de São Paulo. Iniciada há três anos, com o apoio da Secretaria de Saúde do município, a pesquisa rastreou cerca de 4 mil pessoas com mais de 45 anos e que não apresentavam qualquer sintoma de doença intestinal. O objetivo é detectar a presença de sangue oculto nas fezes, o que poderia identificar um futuro câncer do intestino grosso.



Além da identificação precoce da doença, a prevenção é fundamental. Para isso, mudanças no estilo de vida e adesão a hábitos saudáveis fazem toda a diferença. Entre eles, recomenda-se a alteração da dieta, com redução de gorduras, aumento do consumo de fibras, aumento da variedade de vegetais e frutas e limitação do consumo de álcool. Abandonar o cigarro e praticar exercícios físicos são mais hábitos aconselhados.

Sobre o câncer de intestino 

O sucesso da pesquisa já garantiu e estimulou a importação de mais materiais para exames, o que ampliará a investigação para mais 10 mil pessoas do município e de outros projetos. Os pesquisadores estão em negociação para a Prefeitura Municipal de São Paulo para implantar o mesmo programa em bairros da capital paulista.

O estudo também auxilia na divulgação de informações sobre a doença e na conscientização de médicos sobre a importância de solicitar exames preventivos a pacientes com mais de 50 anos. 

Joaquim destaca ainda que, além de detectar casos da doença, o desenvolvimento da pesquisa consiste em encaminhar os pacientes para o tratamento e acompanhamento adequados. 

"Com a pesquisa, foi possível detectar nove casos de câncer em pessoas sem sintomas, que só tomariam conhecimento da doença após seu avanço", ressalta Joaquim Gama, professor titular de cirurgia da Faculdade de Medicina da USP e participante do estudo. O especialista lembra que, há diminuição de chances de cura quando o câncer é descoberto em estágios mais avançados.

Dos nove pacientes diagnosticados com câncer, três apresentavam a doença em estágio inicial. Isso permitiu a retirada do tumor ainda durante a colonoscopia. Os seis casos restantes, em estágios mais avançados, foram encaminhados para tratamentos médicos, incluindo quimioterapia, radioterapia e cirurgias. Os diversos tratamentos foram oferecidos por hospitais e universidades da região, que apoiam o desenvolvimento do estudo. 

Entre os participantes do estudo, quase 10% teve resultado positivo para a presença de sangue nas fezes. O segundo passo do estudo foi encaminhar este percentual de pessoas para a colonoscopia um exame mais detalhado que detectou nove casos de câncer do intestino grosso.

O câncer de intestino é uma doença praticamente 100% evitável, mas que faz cada vez mais vítimas no Brasil. Em algumas regiões, como no Sudeste, a doença ocupa o 2º lugar em incidências de mortes por câncer em mulheres, perdendo apenas para o câncer de mama. 


Fibras



Conheça todos os benefícios das fibras

Além de regular seu intestino, elas eliminam gorduras e protegem contra doenças


POR MINHA VIDA - PUBLICADO EM 13/08/2009


tal benefício faça parte do seu dia-a-dia.
Para a recomendação diária do nutriente na alimentação não existe distinção. Roberta afirma que 20 a 30 gramas de qualquer um dos tipos de fibras já garante o sucesso de suas ações.  


Só não se esqueça de tomar bastante água. Sem ela, em vez de soltar o intestino, você vai entupir geral principalmente se o seu maior consumo for de fibras solúveis, que precisam absorver o líquido para inchar e serem eliminadas mais facilmente, mandando todas as toxinas do seu organismo cano abaixo. Portanto, apost 
Bastante conhecidas por aqueles que sofrem com a constipação intestinal, as fibras devem fazer parte de qualquer cardápio que preze o equilíbrio alimentar. As fibras são uma parte dos carboidratos que não é digerida e absorvida pelo organismo , define a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella. Isso explica sua ação mais famosa: o regulamento do intestino. Por aumentarem o volume das fezes, aceleram sua eliminação. 


As fibras solúveis, como o nome já sugere, absorvem água, transformando-se em uma espécie de gel capaz de eliminar as gorduras das artérias e evitar que elas sejam absorvidas pelo intestino, protegendo-o contra o câncer.
E na parceria fibras e água para conquistar pele e barriga bem lisinhas, como você sempre sonhou.
Enquanto isso, por não absorverem água, as fibras insolúveis entram em ação para regular o funcionamento do intestino. Ao incluir verduras, legumes, frutas e trigo, arroz e pães nas versões integrais, no cardápio, você garante que


Outras funcionalidades desse tipo de fibra são o retardo na absorção dos carboidratos (o que dá uma forcinha extra para a sua dieta, ajudando a manter uma sensação de saciedade mais prolongada) e a diminuição das taxas de LDL (o colesterol maléfico à saúde). Farelo de aveia, cevada, leguminosas, frutas, legumes e verduras são boas opções para encontrar as fibras solúveis. 


E está muito enganado quem pensa que as vantagens das fibras ficam por aí. Suas fontes alimentares e seus benefícios variam de acordo com a classificação. Elas se dividem nos grupos solúveis e insolúveis. 

As mulheres são um problema "especial", porque são mais obstipadas (o famoso "intestino preguiçoso") e se alimentam pior. Gostam de docinhos, ricos em hidrato de carbono (carboidratos) e, como têm a preocupação de não engordar, acabam diminuindo a quantidade de outros alimentos. Também não bebem água. Além disso, não usam qualquer toalete. Às vezes, têm vontade de ir ao banheiro, mas não vão. Como vão perdendo o mecanismo reflexo de ir ao banheiro, progressivamente, começam a tomar laxantes e instala-se um círculo vicioso. O intestino se acostuma, perde o reflexo, e elas são obrigadas a tomar quantidades crescentes desses remédios. Outro fator relevante é a gravidez, que deixa o abdômen mais flácido e o períneo, ou seja, a musculatura entre o reto e vagina, também mais flácido, piorando a função intestinal. 

Quando o exame apresenta resultado negativo, o período mínimo de intervalo entre um exame e outro é de três anos. Nos Estados Unidos, a recomendação é repetir a cada cinco anos. No entanto, quem já extraiu um pólipo deve fazer o exame a cada três anos, no máximo, porque pode ter tendência a apresentar esses crescimentos anômalos. Só se faz colonoscopia antes dos 40 anos se existirem sintomas como alteração do ritmo intestinal, anemia, perda de sangue, dor abdominal e emagrecimento. 

O câncer de intestino, como todos os outros, é favorecido na sua incidência pelo fator idade. Quem vive muito tempo provavelmente terá câncer, porque certas anormalidades na divisão celular vão se tornando mais frequentes, o que favorece o aparecimento do tumor maligno. Além disso, quanto mais idade, maior será a exposição da pessoa aos fatores de risco ambientais. A partir dos 40 anos, e, a cada década subsequente, dobra o risco deste tipo de câncer. Se você tiver parentes de primeiro e segundo graus que faleceram pela doença, após fazer 40 anos, agende sua colonoscopia! 

POR ESPECIALISTA - PUBLICADO EM 31/05/2011